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Mosteiro de Alcobaça

É na Igreja do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça que repousa o amor entre D. Pedro e D. Inês de Castro. A história deste monumento, contudo, começou bem antes - dez anos após a fundação do país - e por isso é, assim, o mais antigo dos quatro Lugares Património Mundial do Centro de Portugal.
Mosteiro de Alcobaça
Reconhecido pela UNESCO desde 1989, o Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça põe à disposição de toda a Humanidade valores como a grandeza, a pureza, a beleza e, claro, o amor eterno, do qual são símbolo os túmulos de D. Pedro e D. Inês de Castro.
Mas a importância do Mosteiro de Alcobaça transcende esta trágica história de amor já que, em 1153 - apenas dez anos depois da fundação do país -, D. Afonso Henriques atribuiu à Ordem de Cister um território de cerca de 44 mil hectares, tornando-se esta abadia numa das mais relevantes sedes culturais, religiosas e ideológicas no território português de então.
Do programa eminentemente gótico destaca-se a longa Igreja, de aproximadamente cem metros, à qual se juntam o claustro, a sala do Capítulo, o Parlatório, o dormitório, a sala dos monges, o refeitório e a célebre cozinha do século XVIII. Todas as infraestruturas hidráulicas e edifícios monásticos medievais que aqui encontramos são testemunhos e resultados de diversos períodos significativos da história da humanidade.informações
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Mosteiro da Batalha

Considerado Património da Humanidade desde 1983, o Mosteiro da Batalha, então conhecido e erigido como Convento de Santa Maria da Vitória, é uma prova de devoção e de gratidão do rei D. João I pela vitória na Batalha de Aljubarrota e independência nacional ali alcançada.
Mosteiro da Batalha
Sendo o Mosteiro da Batalha uma montra exímia e bem conservada do cruzamento de influências e genialidades técnicas, arquitetónicas e artísticas irrefutáveis, e portanto, prova do génio criativo da Humanidade, este foi considerado Património da UNESCO em 1983.
É símbolo de gratidão eterna do rei D. João I pela vitória de emancipação e independência de Portugal na Batalha de Aljubarrota, em 14 de agosto de 1385, travada ao lado do grande estratega e comandante das tropas portuguesas, D. Nuno Álvares Pereira, Santo Condestável. É também sinónimo de devoção à Virgem Maria e reconhecimento ao génio divino que os acompanhou durante tamanho feito.
O esplendor do gótico e do manuelino aqui presente é avassalador na sua escala e surpreendente nos seus detalhes, ajudando a tornar perene e eterna a grandeza de um governante que se quis imortalizar, no Convento de Santa Maria da Vitória, agora conhecido por Mosteiro da Batalha.informações
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Universidade de Coimbra, Alta e Sofia

Sete séculos é muito tempo para dar provas de valor. A Universidade de Coimbra, a Alta e Sofia fizeram-no de forma exímia pela formação e transmissão do saber, do conhecimento e da língua portuguesa e pela incorporação das influências culturais, artísticas e ideológicas de um mundo criado pelo pioneirismo dos Descobrimentos portugueses.
Universidade de Coimbra, Alta e Sofia
Ao longo dos seus sete séculos de história, a Universidade de Coimbra, Alta e Sofia desempenhou um papel absolutamente indiscutível de centro de produção e transmissão do saber numa área geográfica que abrange quatro continentes – a do antigo Império português - recebendo e difundindo conhecimento nas áreas das artes, das ciências, do direito, da arquitetura, do urbanismo e da paisagem.
À medida que as reformas ideológicas e culturais se iam fazendo sentir, o património arquitetónico da cidade foi-se deixando influenciar e desempenhou um papel único na constituição e unidade de outro património da humanidade: a língua portuguesa. Expandiu-se a norma culta da língua. Consagrou-se como importante oficina literária e motor de novas ideias.
Neste caso tão particular como monumental, que integra a Lista de Património Mundial da UNESCO desde junho de 2013, importa valorizar não só o Pátio das Escolas, o coração da Universidade com a Torre da Cabra a marcar orgulhosamente o horizonte, mas também a Rua da Sofia e os seus colégios, onde a história da Universidade começou a ser escrita, expandindo-se depois até à Alta de Coimbra.informações

Convento de Cristo de Tomar

Além de ser um dos maiores conjuntos monumentais da arquitetura peninsular e europeia, o Convento de Cristo em Tomar - que inclui também o Castelo Templário e a Mata dos Sete Montes - tem uma vocação eminentemente universal graças à síntese entre o mundo medieval europeu e o oriente que, pela primeira vez, ia chegando ao velho mundo.
Convento de Cristo de Tomar
Se falássemos apenas do Convento de Cristo quando falamos deste lugar Património da Humanidade já falaríamos de muito. O seu valor é ainda reforçado quando acrescentamos o Castelo Templário e a Mata dos Sete Montes, uma antiga Cerca Conventual, que no seu todo perfazem um dos maiores conjuntos monumentais da arquitetura peninsular e europeia, no espaço, com cerca de 45 hectares, e no tempo, com sete séculos de construção.
Percorrendo os seus sete claustros e as inúmeras dependências monásticas, identificamos um vasto reportório estilístico sintetizado ao longo dos vários séculos da sua construção. Mas é ao encontrar a Charola dos Templários e a Janela Manuelina da Sala do Capítulo que testemunhamos os primeiros contactos entre o mundo ocidental europeu e o oriente, e que justificaram a classificação deste lugar, em 1983, como Património da Humanidade pela UNESCO.informações

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